sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Incurável apaixonado

Incuravelmente
Apaixonado
Sem ser correspondido
Leio livros de filosofia
Tentando entender o amor
Os filósofos da natureza
São loucos quando falam
Da essência do amor.

Por isso acerca do amor
Prefiro as palavras de cristo
E os poemas românticos
Em que os grandes poetas
Tornam sagrado o amor.

Às vezes é bom apaixonar-se
Mas no fundo existe um mal
Nessa coisa de se apaixonar
Se apaixonar...
E como o envelhecimento
Doe na alma da gente.

Mas não há como esconder
Que diante de nossa finitude,
E da eternidade do cosmos.
A paixão como o amor
Faz da gente uma coisa melhor

                                                              R.T.Castro

sábado, 22 de outubro de 2011

Por que escrevo?


                                                                                                                                                                                                                       Por que escrevo?
Já ouvi disserem por ai: escrevo para não me sentir sozinho, e já ouvi outras respostas a tal questionamento.
 Mas a minha resposta a tal dilema e tão sensorial quanto intima e tangente: 
Escrevo por que amo... Amo existir, amo respirar, rir, sentir prazer, ter amigos, ter familiares, amo ate mesmo Sentir dores e angustias estas coisas me dizem o quanto sou humano, e, de carne e ossos. 
Amo também a natureza, a humanidade, o caos e a clareza do recomeço, tenho minha pouca  vaidade acompanhada de uma lucidez que eu não trocaria por nada.
E é no exercício literário quando escrevo que encontro a única maneira de expressa isto.                                                                                                     
                                                                        

Há um Limite para a Aflição



Das palavras de nosso Senhor, aprendemos que há um limite para a aflição. O objetivo crucial da aflição está limitado, não podendo ela ir além de um ponto específico.Lázaro experimentou a morte; esta, porém, não foi o resultado final da aflição de Lázaro.
O Senhor declara às ondas de sofrimento: "Não ireis mais adiante".
Deus não envia a destruição, mas Ele realmente envia a instrução para o seu povo.
A sabedoria controla o termômetro da fornalha, regulando a intensidade do fogo.
O Deus da providência limita o tempo, a maneira, a dimensão, a repetição e os efeitos de todas as nossas provações.

Cada resultado santificador tem um propósito eterno. Nada, quer seja grande, quer seja pequeno, escapa dos olhares atentos dAquele que conta os cabelos de nossa cabeça.
A limitação das aflições está sabiamente ajustada ao nosso vigor.
A aflição não vem por acaso — a força de cada golpe da vara é medida com precisão.
Aquele que não comete erros em balancear as nuvens e os céus não comete qualquer erro em medir os ingredientes que compõem o remédio para nossa alma.

Não podemos sofrer em excesso ou ser aliviados tarde demais.
O limite está amavelmente estabelecido. O bisturi do Cirurgião celestial nunca corta mais profundo do que o absolutamente necessário.
Quando pensamos em como somos tão obstinados, é admirável que não somos afligidos com provações piores.
Aquele que fixou os limites de nossa habitação também determinou os limites de nossa tribulação.
Nenhuma mãe é tão compassiva quanto nosso Deus gracioso; nenhum pai é mais amável do que nosso Deus misericordioso.

C. H. Spurgeon

Extraido de:http://almamarcada.blogspot.com

“TUDO está em deixar amadurecer e então dar à luz.
Deixar cada impressão, cada semente de um sentimento germinar por completo dentro de si, na escuridão do indizível e do inconsciente, em um ponto inalcançável para o próprio entendimento, e esperar com profunda humildade e paciência a hora do nascimento de uma nova clareza: só isso se chama viver artisticamente, tanto na compreensão quanto na criação”.

Rainer Maria Rilke
Poeta tcheco e cristão  

Extraido de:http://almamarcada.blogspot.com

PRA PENSAR



"Paradoxalmente, o que interfere na relação entre Deus e o ser humano são a moralidade obstinada e a falsa piedade.
Não são prostitutas e cobradores de impostos as pessoas que encontram maior dificuldade em se arrepender;
são os religiosos que julgam não ter motivos de arrependimento.”

MANNING, Brennam. O impostor que vive em mim, Mundo Cristão, 2007/por
crentassos
 
 
Extraido de: http://almamarcada.blogspot.com